O Presidente francês, Emmanuel Macron, manifestou hoje, em Paris, "todo o apoio às reformas iniciadas pelo Presidente" João Lourenço, no primeiro dia da visita oficial do chefe de Estado angolano a França.
A Polícia Judiciária recorreu a fontes abertas, nomeadamente no Google, e os inspetores ficaram convencidos que havia uma ligação entre a Primagest, empresa que alegadamente pagou a Orlando Figueira, e a Sonangol, petrolífera da qual Manuel Vicente tinha sido presidente
A Organização de Libertação da Palestina (OLP) saudou o Governo angolano pela exoneração dos diplomatas que asseguraram a representação na inauguração da embaixada norte-americana de Israel em Jerusalém, acreditando que Angola "nunca fará parte de um insulto" aos palestinianos.
Os oficiais de Justiça angolanos cumprem hoje o primeiro de cinco dias de greve, reclamando aumentos salariais e melhores condições laborais, protesto que está a afetar a realização de casamentos, registos de nascimento ou emissão de bilhetes de identidade.
O Governo angolano garante que o país prevê iniciar a extração de petróleo em 11 novas áreas no ?offshore' nos próximos sete anos, acrescentando pelo menos 500.000 barris de crude por dia de nova produção.
O Investimento Direto Estrangeiro em Angola caiu quase 70 por cento entre 2013 e 2017, para 5.700 milhões de dólares (4.860 milhões de euros), de acordo com dados oficiais do Governo angolano, a que a Lusa teve acesso.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, recebe na segunda-feira o seu homólogo angolano, João Lourenço, em visita oficial à França, indicou hoje o Eliseu.
Os sinais que partem da sociedade confirmam que houve mudanças editoriais em Angola, declarou o ministro da Comunicação Social, João Melo, em entrevista publicada esta sexta-feira pelo jornal “Expansão”.
Duas dezenas de jovens ativistas manifestaram-se hoje na Praça da Independência, centro de Luanda, exigindo respostas para o alegado massacre de milhares de angolanos, em 27 de maio de 1977, protesto travado poucos minutos depois pela polícia.
O investigador angolano Eugénio Costa Almeida insistiu hoje na criação de uma Comissão da Verdade e Reconciliação para se "enterrar, de vez", os resquícios dos acontecimentos de 27 de maio de 1977 em Angola.