O parlamento angolano deve deixar de ser “um esconderijo de gatunos” e suspender o mandato de deputados acusados de corrupção e suborno, disseram activistas e juristas angolanos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola informou hoje que está em tramitação um processo-crime contra a ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, por suspeita de apropriação indevida de valores monetários do Estado angolano e namibiano.
Há quem preveja o ex-Chefe de Estado angolano a assumir a culpa da transferência dos “500 milhões USD” transferidos ilicitamente para um banco em Londres, face à idade deste, afirmando que foi ele quem autorizou.
O Tribunal de Contas (TC) está inquerir mil 408 processos de prestação de contas das instituições públicas, submetidos a essa instância em 2019, informou esta sexta-feira, em Luanda, a presidente deste órgão, Exalgina Gamboa.
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que está a ser investigada em Angola no âmbito de dois processos-crime, é uma entidade credível que teve impacto positivo na vida de milhões de brasileiros, defendeu o chefe da diplomacia brasileira.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, solidarizou-se hoje com a marcha programada, para sábado, por trabalhadores angolanos de centrais sindicais, em protesto contra o aumento do custo de vida.
Antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco afirmou, em Benguela, que a justiça angolana abandalhou o país por ter, alegadamente, “inventado um crime” que o general José António(Zé) Maria não cometeu, e defende o perdão dos crimes cometidos pela antiga governação
Contrariamente à "euforia" que se instalou na sequência das declarações do governador do BNA sobre reposição da correspondência em dólar directamente dos EUA, vários bancos nacionais garantem que relação não passa de operações marginais de liquidação de cartas de crédito.
Ao todo são 25 os oficiais generais e almirantes reformados por limite de idade (65 anos). Outros três generais foram licenciados à reforma por limite de carreira
Trabalhadores angolanos marcham, no sábado, para protestar contra o aumento do custo de vida, a precariedade do emprego e a perda do poder de compra, defendendo 80.000 kwanzas (152 euros) como salário mínimo nacional, disse hoje fonte sindical.