De 2016 para cá, o Estado já injectou cerca de 4 mil milhões USD só no BPC, entre aumentos de capital e aquisição de malparado. Juntando aos 1.500 milhões USD necessários para resgatar novamente BPC e BE, fasquia sobe para 5.500 milhões, o que dá cerca de 183 USD por cada um dos 30 milhões de angolanos.
A lei que autoriza o banco central de Angola a emitir e pôr em circulação novas notas do kwanza, sem o rosto de José Eduardo dos Santos, vai a votação final em 23 de janeiro no parlamento angolano.
A Sonangol negou hoje, em Luanda, que esteja a realizar despedimentos de trabalhadores, no âmbito do processo de reestruturação em curso na petrolífera nacional, desde 2018.
O MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que "não tem medo" das eleições autárquicas, previstas para 2020, afirmando ser "o mais interessado", enquanto a UNITA admite vontade política para as autarquias, defendendo "respeito de opiniões contrárias".
Mais de cem crianças acusadas de práticas de feitiçaria nas províncias de Cabinda, Zaire, Malanje e Bengo, nos últimos três anos, foram atiradas aos rios pelos familiares, informou uma equipa de investigadores nacionais do Centro de Estudos e Investigação em População (CEIP).
A antiga eurodeputada Ana Gomes apresentou uma denúncia à PGR sobre operações financeiras de Isabel dos Santos relacionadas com a compra da Efacec e alegadas transferências, em nome da Sonangol, de mais de 100 milhões de euros para empresas sediadas no Dubai. Justiça portuguesa já está a investigar operações de Isabel dos Santos.
Ex-eurodeputada socialista garante que depois de a própria escrever no Twitter sobre as alegadas "lavagens" de Isabel dos Santos, o Banco de Portugal ordenou uma "inspeção-relâmpago" ao EuroBic.
A consultora EXX Africa considerou que os irmãos José Filomeno e Isabel dos Santos são os "bodes expiatórios" de uma campanha governamental para convencer os investidores internacionais a apostar em Angola, apesar de a corrupção se manter generalizada.
A recomendação do banco central angolano vem na sequência das autoridades policiais continuarem a “identificar casos recorrentes de circulação de notas falsas de moeda nacional e estrangeira” no país.
A consultora EXX Africa considerou hoje que as "reformas dolorosas" exigidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em Angola vão levar a mais greves e protestos num contexto de fraco crescimento da economia e com inflação à volta de 20%.