As moedas estrangeiras, o dólar norte-americano e o euro, cujos preços na troca de notas de 100, rondavam acima dos 75 e 85 mil kwanzas, no mercado de câmbio informal, vulgo "Kinguilas", de alguns pontos de Luanda, têm, desde o início deste ano, registado alterações pouco assustadoras.
A consultora NKC African Economics reviu hoje a sua estimativa para a inflação em Angola, antevendo que os preços subam 22,4% este ano e 14,5% em 2022, depois de subirem 22,3% no ano passado.
Consultora revela detalhes de alegada investigação das autoridades norte-americanas a João Lourenço. Iniciadas há cerca de um ano, as investigações devem desacelerar no final do ano em resultado do lobby, mas tenderão a acelerar os próximos meses, com a administração Biden.
Era uma vez, um angolano …, em Penina Portugal, defendeu o que era um angolano
As declarações do ex-governador do Banco Nacional de Angola, Walter Filipe, de que juízes teriam recebido dinheiro do extinto GRECIMA, não surpreenderam. Analistas apelam a investigação independente.
Os partidos políticos na oposição em Angola não se mostram surpreendidos com a revelação de investigações a alegadas transações bancárias ilegais do Presidente João Lourenço e sua família, envolvendo a compra de imóveis nos Estados Unidos da América.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português reuniu-se hoje, por videoconferência, com o homólogo angolano, Tete António, para "passar em revista" as relações bilaterais, tendo abordado a cooperação entre a União Europeia, Angola e a União Africana, anunciou o Governo.
O Grupo Parlamentar da UNITA, disse ter acompanhado uma vez mais, a peça de teatro político-partidário exibida pela TPA, no Telejornal de sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2021, numa vã tentativa de escamotear a verdade e manipular a opinião pública nacional e internacional, sobre o massacre de Cafunfo.
Um relatório da consultora Pangea Risk diz que vários dirigentes angolanos, incluindo o Presidente da República, João Lourenço, estão a ser investigados nos Estados Unidos, o que pode comprometer o financiamento multilateral e restruturação da dívida do país lusófono.
A embaixadora da União Europeia (UE) em Angola defendeu hoje que a parceria com o país africano, que inclui o diálogo sobre direitos humanos, continua sólida, assumindo, no entanto, “preocupação” com os acontecimentos em Cafunfo.