O rei das Lundas, Muatchissengue Wa Tembo, lamentou hoje que os recursos naturais existentes naquela região, com destaque para os diamantes, não sejam para o povo angolano "uma bênção", mas sim "uma maldição".
O Secretário geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido (na foto), é acusado, por um cidadão identificado como David Zeiter, de ter decidido colocar em marcha acelerada, um plano de desestabilização dos órgãos de comunicação social públicos.
A financeira portuguesa Wayfex lançou uma nova solução de swaps transfronteiriços em parceria com a Unitransfer e o Wells Fargo, tendo já o aval do Banco Nacional de Angola. O objetivo é chegar aos 100 milhões de dólares em transações em 2022.
Membros da sociedade civil angolana alertaram hoje os organismos internacionais para o “cuidado na escolha de membros” para observação eleitoral em Angola, prevista para 2022, considerando que nas eleições anteriores houve “observadores questionáveis e com reputação duvidosa”.
De 1974 à 2002, vivemos os piores momentos da História Política de Angola que aspira ser Estado-nação. Muitos desistiram, escolas de pensamento oportunista (bajuladores) instalaram-se na administração pública, na sociedade civil, nos partidos políticos, enfim...
O analista da consultora EY Carlos Basto disse que a pandemia levou o setor petrolífero em Angola para a maior quebra de exportações desde 2008 (958 mil barris/dia), mas considerou que os próximos anos deverão trazer novas oportunidades.
A reunião do Conselho da República de segunda-feira, que marcou o regresso de Isaías Samakuva àquele órgão de consulta do Presidente da República, registou momentos de “comoventes” trocas de “afectos” entre o anfitrião, João Lourenço, e o regressado Isaías Samakuva.
O pré-candidato à liderança do partido no poder em Angola, o MPLA António Francisco Venâncio denuncia o que chama de “bloqueio” ao processo de recolha de assinaturas para a sua candidatura por parte de indivíduos que considera “anti-democratas”.
O governador da província do Uíje considerou hoje “gritante” a falta de escolas na região, destacando ainda haver crianças a estudar debaixo de mangueiras e outras que recorrem à vizinha República Democrática do Congo para frequentar o ensino.
A decisão sobre o futuro líder da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), está entregue ao Tribunal Constitucional, no sentido declarar entre Pedro Mucumbi Dala e Nimia Nsimbi, quadros que foram os eleitos pelos militantes do Partido, durante dois Congressos realizados ainda este ano, no espaço de apenas um mês.