A Assembleia Nacional aprovou, terça-feira (16), na especialidade a emenda sobre a Lei Orgânica sobre as Eleições, solicitada pelo Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, que pede proibição à oferta de bens aos cidadãos durante a campanha eleitoral.
A popularidade do atual presidente da República de Angola não tem estado a resistir à desilusão das promessas que estão por cumprir
O Secretariado Provincial da UNITA no Moxico denunciou, esta segunda-feira, a existência de falsos grupos de pressão, que alegadamente buscam interesses próprios para retardar a concretização dos objectivos deste partido, nas eleições gerais previstas para 2022.
O sistema angolano de prevenção e combate ao branqueamento de capitais “está bem” e “apto” para fazer face às ameaças neste domínio, sobretudo devido ao atual quadro legislativo e instituições afins, anunciou hoje o Banco Nacional de Angola (BNA).
Angola quer “tentar resgatar 65% do desperdício de receita” da economia informal, estimada em 40.000 milhões de dólares (35 mil milhões de euros), com o Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), hoje lançado.
A menos de 20 dias do congresso da UNITA, muitas dúvidas se levantam em torno de uma nova impugnação, do futuro de Isaías Samakuva e de várias teses que serão discutidas na reunião magna de 2 a 4 de Dezembro.
O presidente da UNITA, Isaías Henriques Ngola Samakuva, considerou, esta segunda-feira, 15 de Novembro, em Luanda que a entrega, pelo Governo angolano, de ossadas de Salupeto Pena e Alicerces Mango, mortos nos confrontos pois eleitoral em 1992, na capital do país, um importante passo para a reconciliação entre os angolanos.
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos angolano considerou hoje que o conflito de 1992 em Luanda "foi um erro político que redundou em violência e gerou muitas vítimas", apelando ao fim da "irresponsabilidade política".
O Governo angolano entregou hoje os restos mortais de dois dirigentes da UNITA, maior partido da oposição, mortos nos confrontos de 1992 em Luanda, ato que para familiares e dirigentes políticos simbolizou a reconciliação.
O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou hoje que “foram afinados” os mecanismos de controlo interno de prevenção e combate ao branqueamento de capitais, na sequência do caso Lussati, admitindo que os mecanismos existentes “são sempre falíveis”.