O rei da Baixa de Kassanje defendeu hoje que as autoridades tradicionais angolanas tenham representação na Assembleia Nacional, para que as preocupações da população sejam levadas ao Governo.
O presidente angolano apelou hoje à mobilização dos países africanos contra o terrorismo, sem ambiguidades nem hesitações e à condenação firme das mudanças anticonstitucionais de Governos em África para que não adquiram “um caráter de normalidade”.
A Plataforma 27 de Maio recordou hoje as vítimas da repressão política em Angola do que consideram “um dos acontecimentos mais sangrentos da história da África independente” e insistiu numa investigação independente para chegar à verdade histórica.
O advogado angolano Sérgio Raimundo disse hoje que a lei que institui o Serviço Nacional de Recuperação de Ativos (SNRA) angolano está “eivada de inconstitucionalidade” que “vão pôr em causa o dito combate à corrupção num futuro breve”.
O Partido Nacionalista para a Justiça em Angola (P-Njango), liderado por Eduardo Chingunji, é o mais recente partido legalizado em Angola, juntando-se a outros 11 habilitados a concorrer às eleições gerais previstas para agosto de 2022.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje, em Luanda, que as forças políticas da oposição estão a lidar com um partido “viciado na permanência longa do poder” e que “pensa que o poder é vida”.
A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de Angola aprovou hoje os regulamentos para a observação eleitoral e a votação dos cidadãos residentes no exterior, para as eleições gerais de 2022 previstas para agosto.
O coordenador do projeto político PRA-JA Servir Angola exortou hoje a construção de um país com base na verdade, pois o passado foi caracterizado “na mentira, manipulação dos factos e diabolização de concorrentes”, como atualmente se vê.
Líderes religiosos angolanos recomendaram hoje, em Luanda, diálogo para se alcançar efetivamente a reconciliação nacional, pois o atual quadro político e social do país não representa paz total.
Dois trabalhadores angolanos, que trabalhavam no projeto hidroelétrico de Caculo Cabaça, foram mortos em confronto com a polícia na quinta-feira quando reclamavam contra o empreiteiro, a empresa chinesa CGGC, alegando incumprimentos, informaram hoje as autoridades.