Embora nós sabemos que os dirigente e responsável angolano dizem que não leem os sites privados de notícias (o que não é verdade, porque todos, todos mesmo leiem) não temos outra alternativa senão está de informar o que se está a passar aqui no Rio de Janeiro, ou as asneiras que o Consul geral sem perfil para o cargo vem cometendo a coberto da família dele, conforme ele próprio gosta de dizer alto e para todos saberem – sua prima, a nossa Primeira Dama que o colocou aqui.
Ativistas que fazem campanha pela Liberdade aos Presos Políticos em Angola denunciam que as consequências desta greve de fome poderão ser trágicas. “Silenciar é compactuar com a injustiça.”
Líder da seita religiosa "A Luz do Mundo", José Julino Kalupeteca, encontra-se há mais de 150 dias em prisão preventiva. Segundo seu advogado, o tempo não poderia ter ultrapassado os 135 dias.
NOTA DE IMPRENSA
Bruxelas - O deputado do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira, que participa na 39ª Assembleia Parlamentar ACP, em Bruxelas, transmitiu a posição do Estado angolano sobre o conteúdo da Resolução n°2015/2839 (RSP) do Parlamento Europeu, aprovada, recentemente, sobre a situação dos Direitos Humanos em Angola.
Em Angola, a despenalização em absoluto do aborto é uma questão que não se admite, à luz da proposta do novo código penal, disse em Luanda o procurador-geral adjunto da República, Luís da Mota Liz.
A polícia namibiano na Região Otjozondjupa aprendera nesta terça-feira mais de 1,7 milhões dólar namibiano aos três cidadãos angolanos, segundo site namibian.
O Presidente angolano vai conceder indultos a presos condenados até 12 anos de cadeia, que tenham cumprido metade da pena, e a mulheres com filhos menores a cargo, para assinalar os 40 anos da independência de Angola.
Os processos contra Rafael Marques Morais, Marcos Mavungo e o “Movimento Revolucionário” de jovens mereceram “mão pesada” das autoridades e Justiça angolana. Os três processos, a par de outros, indicam também um endurecimento da postura das autoridades perante fenómenos de contestação. Estados Unidos e União Europeia acham que a resposta poderá ter ido longe de mais, e estão a “apertar” Luanda.
O ministro da Justiça de Angola, Rui Jorge Mangueira, rejeitou hoje que haja violação dos direitos humanos no país, assegurando que as leis têm sido cumpridas e que todas as questões devem ser tratadas em Tribunal.