Uma manifestação promovida pelo Conselho Nacional de Activistas para o mês de Novembro, em Luanda, foi proibida pelas autoridades.
Representantes diplomáticos de embaixadas de países da Europa em Luanda, incluindo de Portugal e da União Europeia, reuniram-se esta quarta-feira no hospital-prisão de São Paulo, na capital angolana, com 14 dos ativistas que se encontram desde junho em prisão preventiva.
Centenas de pessoas concentraram-se no final da tarde de hoje no Rossio, em Lisboa, numa nova ação de protesto para exigir a libertação dos ativistas presos em Angola e com a participação de diversas organizações da sociedade civil.
A Amnistia Internacional (AI) pede a libertação imediata e "sem nenhuma condição" dos 15 ativistas angolanos detidos desde junho, disse à Lusa, em Paris, Mariana Abreu, a coordenadora de campanhas lusófonas da organização.
Angola precisa de dólares e outras divisas para pagar importações e para constituir reservas de moeda estrangeira que sustenham o valor do kwanza. A queda do preço do petróleo, principal produto vendido ao exterior, levou a uma quebra na entrada de divisas. O banco central (BNA) aplicou restrições ao uso da divisa norte-americana, mas a sua falta continua a fazer-se sentir. Entre as medidas para captar dólares está agora uma “caça ao dólar” dentro do país.
O Estado angolano vai emitir 267 milhões de euros em dívida pública para "viabilizar" a compra de ativos e contratos de crédito do extinto Banco Espírito Santo Angola (BESA) pela seguradora estatal ENSA.
Pedido foi formulado pela Amnistia Internacional na sequência do caso dos 15 jovens detidos em Luanda em junho
O ativista angolano Luaty Beirão, em greve de fome há trinta dias em Luanda, quer abandonar a clínica privada onde se encontra e regressar ao Hospital Prisão de São Paulo, disse hoje à Lusa fonte próxima do preso.
Angolana detida no domingo na Irlanda por suspeita de tráfico de droga foi libertada pela polícia irlandesa, que aguarda os testes forenses, confirmou hoje fonte oficial.
O governador provincial de Luanda alegou questões de segurança para proibir uma manifestação pacífica na capital angolana, a 11 e 12 de novembro, que exigiria a demissão do Presidente de Angola