O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que Angola só vai recuperar dos efeitos da queda do petróleo daqui a dois anos, e mesmo assim aponta riscos a esta previsão, nomeadamente uma nova descida nos preços.
A Igreja Católica angolana defendeu hoje o reconhecimento de todos os anónimos que contribuíram para a independência do país, mas que foram "vítimas" da "militarização" do "conceito de combatentes da liberdade".
A Assembleia Nacional de Angola com a maioria dos deputados do MPLA agendou para 18 de novembro a discussão de uma posição sobre a resolução do Parlamento Europeu que em setembro apontou limitações a várias liberdades e direitos pelas autoridades angolanas, foi hoje divulgado.
A analista da agência de 'rating' Moody's que segue a economia de Angola considera que o país tem "todos os ingredientes" para ver os jovens forçarem mudanças no regime e diz que a evolução política depende da economia.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um "aumento significativo" da dívida pública angolana em 2015, especialmente através da petrolífera estatal Sonangol, esta com um peso equivalente a 14,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
O Tribunal do Lobito condenou hoje 18 jovens ativistas angolanos numa pena de prisão convertida em multa de 16 euros, mas estes continuam presos por não terem condições para pagar de imediato.
Embaixador angolano afirma que “estado angolano sempre respeitou os direitos humanos e a liberdade de expressão”, José Eduardo Agualusa mantém a esperança que Angola entre num processo efetivo de democratização.
Domingos Magno foi libertado, ao fim da tarde de ontem (05.11), depois de 22 dias detido numa prisão de máxima segurança em Luanda. O ativista fica com termo de identidade e residência até ao desfecho do seu processo.
As contas públicas angolanas deverão apresentar um novo buraco em 2016, na previsão do Governo, elevando o défice acumulado em três anos para 16,3 bilhões de euros.
O juiz Januário Domingos, da secção da sala dos crimes comuns do Tribunal Provincial de Luanda, emitiu a 15 de Outubro o despacho de pronúncia contra os 17 activistas do autodenominado Movimento Revolucionário.