A petrolífera estatal angolana Sonangol saiu do grupo empreiteiro responsável pela operação do bloco petrolífero 2/05, no offshore' angolano, ao largo da província do Zaire, vendendo a totalidade da participação a cinco empresas.
O crédito concedido pelos bancos angolanos aumentou quase 12 por cento em 2015, para mais de 3.586 milhões de kwanzas (20,5 mil milhões de euros), segundo dados do Banco Nacional de Angola (BNA) compilados hoje pela Lusa.
A exportação de petróleo rendeu a Angola, em janeiro, 102,5 mil milhões de kwanzas (568,1 milhões de euros), menos de um terço face ao mesmo mês de 2014, antes da crise da cotação internacional do barril de crude.
Alguns membros do suposto Governo de Salvação Nacional convocados a comparecer nesta terça-feira, 23, no Tribunal Provincial de Luanda como declarantes durante o julgamento dos 17 activistas negaram-se a fazê-lo.
Magistrado do DCIAP terá recebido €200 mil de uma sociedade ligada à Sonangol no mesmo dia em que arquivou uma investigação sobre Manuel Vicente e as origens do dinheiro usado pelo atual vice-presidente de Angola para comprar um apartamento no Estoril-Sol Residence
A crise provocada pela queda do preço do petróleo continua a ter graves consequências económicas em Angola
O advogado Paulo Blanco foi esta terça-feira, 23 de Fevereiro, constituído arguido, por suspeitas de corrupção activa, confirmou o próprio à agência Lusa, na mesma investigação que levou à detenção do procurador do Ministério Público Orlando Figueira.
O general angolano Bento dos Santos 'Kangamba' tornou pública a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, que decretou a nulidade do arresto dos seus bens em Portugal, os quais, anunciou também, já lhe foram devolvidos.
O publicitário brasileiro João Santana, que trabalhou nas campanhas do Presidente angolano José Eduardo dos Santos do MPLA e da reeleição do antigo Presidente brasileiro Lula da Silva, da Presidente Dilma Roussef do Partido dos Trabalhadores (PT, no poder), suspeito no escândalo de corrupção da Petrobras, entregou-se hoje à Polícia Federal.
Dois antigos governadores da província de Luanda, dirigentes do MPLA, recusaram hoje qualquer relação com os ativistas acusados em julgamento da preparação de uma rebelião, garantindo que nunca foram contactados para integrar um alegado governo de salvação nacional.