O grupo parlamentar da UNITA defendeu hoje que a independência de Angola não deve ser confundida “com os objetivos políticos de quem está no poder” nem a soberania do povo “com a autoridade do Estado”.
Os Estados Unidos da América (EUA) deportaram 119 cidadãos angolanos em 2024, mais 49 do que ano anterior e três vezes mais do que em 2019, segundo o relatório anual dos serviços de imigração e alfândegas norte-americano.
O Parlamento de Angola está a investigar 24 deputados - 16 do MPLA e oito da UNITA - supostamente envolvidos num esquema de aluguer de viaturas protocolares, informou à DW fonte parlamentar que participa no processo.
O jornalista português, Ricardo Costa, pediu desculpas, em rede nacional, depois de acusar, sem provas, que a UNITA teria negociado os resultados das eleições gerais de 2022 com o MPLA em troca da institucionalização das autarquias.
O grupo parlamentar do MPLA reafirmou hoje o seu compromisso para a institucionalização das autarquias locais, que continua a ser “um imperativo” da agenda política deste partido no poder em Angola.
Um casal e os dois filhos menores, todos de nacionalidade angolana, foram encontrados mortos na sua residência, terça-feira, em Vilar Formoso, norte de Portugal, por suposta inalação de monóxido de carbono, disse fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda à agência Lusa.
Os processos-crime instaurados contra a ex-presidente do Tribunal de Contas, Exalgina Gamboa, prosseguem em instrução preparatória na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP).
A taxa de desemprego em Angola diminuiu para 30,8% no terceiro trimestre de 2024, menos 4,5% face aos três meses anteriores, embora tenha crescido ligeiramente na faixa etária entre os 15 e 24 anos, anunciou hoje o INE.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que a governação de Angola tem sido feita “sempre através da aquisição de novas dívidas”, supostamente contratadas “semanal ou quinzenalmente”.
A ex-juíza-conselheira presidente do Tribunal de Contas (TdC) Exalgina Renée Vicente Olavo Gambôa já não vai a julgamento, tal como indicou, no ano passado, o procurador-geral da República (PGR), Hélder Pitta Gróz. Apesar de não ter sido objecto de divulgação na imprensa, o processo do qual era arguida foi, afinal, arquivado em Junho de 2024, por nulidade e incompetência da instância judicial que mandou instruir a auditoria à gestão da magistrada.