O presidente da UNITA pediu à comunidade internacional que não feche o olhos aos "actos inconstitucionais" praticados pelo partido no poder em Angola e criticou a “conivência” do Banco Mundial que “aprovou programas de financiamento formalmente concebidos para comprar votos".
A UNITA “exige” às autoridades um inquérito para investigar os “verdadeiros autores” da morte de oito jovens, em Luanda, em circunstâncias ainda por se determinar, considerando que o “hediondo ato” constitui “violação grave” do direito à vida.
A Sonangol alienou já um total de 24 ativos, que renderam mais de 120 milhões de euros, e está em negociações para privatizar outros sete este ano, informou hoje o presidente do conselho de administração da petrolífera estatal angolana.
Angola deve manter uma trajetória fiscal prudente e uma dívida sustentável, aconselhou hoje o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) no país, sublinhando que as despesas extraorçamentais precisam de ser "contidas".