As condições desumanas em que vivem milhares de angolanos empurrados pela seca para a Namíbia exigem «preocupação humanitária» e «solidariedade internacional», segundo o último balanço da Amnistia Internacional (AI) divulgado hoje.
Angola registou detenções arbitrárias, repressão violenta de protestos e mortes de civis atribuídas às forças de segurança, segundo um relatório divulgado hoje pela Amnistia Internacional sobre a situação dos direitos humanos no mundo.
À DW, o diretor executivo da Friends of Angola denuncia repressão ao protesto pacífico, fala em detenções por motivos políticos em todo o país e alerta para o agravamento dos abusos num contexto pré-eleitoral.
A Amnistia Internacional apelou hoje às autoridades angolanas que abram uma investigação "independente, completa e imparcial" sobre os assassinatos e ferimentos durante a greve de taxistas de três dias em Luanda, Huambo, Benguela e Huíla.
A Amnistia Internacional denunciou hoje a detenção arbitrária e o desaparecimento forçado do ativista "General Nila", ferido a tiro durante os protestos em Luanda e visto pela última vez sob custódia policial, a 28 de julho.