O Presidente da República, João Lourenço, encorajou nesta quinta-feira os governos provinciais e as administrações municipais a impulsionarem o desenvolvimento local, tendo em vista a atracção de mais investimento privado.
Os efeitos das sanções económicas ao Níger, após o golpe de Estado de 26 de Julho, já se sentem, com actividades paralisadas e a população confrontada com cortes de energia e aumentos elevados de produtos como arroz e petróleo.
A OMUNGA, organização não-governamental, convidou os presidentes dos Grupos Parlamentares (GP) do MPLA, UNITA e PRS-FNLA (mista) para discutirem os "caminhos tortuosos" que levam à destituição do Presidente da República, esta quinta-feira, 10, em Benguela.
Os partidos da oposição em Angola têm produzido poucas propostas legislativas. Segundo o jurista Albano Pedro, a UNITA está centrada no objetivo de destituir João Lourenço e por isso não lhe é "útil" propor projetos.
Foi péssimo, ridículo e irritante o pronunciamento do Jurista Carlos Feijó, num Fórum realizado recentemente pelo Jornal Expansão. É que o Jurista Carlos Feijó, não precisa se vangloriar, tão-pouco fazer crer aos bons Samaritanos (que são o povo angolano) que não tem nenhuma culpa sobre o actual estado em que o país está mergulhado.
O governador Provincial da Huíla, Nuno Bernabé Mahapi Dala, apresentou, ontem, ao Presidente da República, João Lourenço, que trabalha na cidade do Lubango, as principais dificuldades que a província que dirige vive.
As receitas locais dos munícipios declarada passou de 3,8 milhões de kwanzas (4.400,92 dólares) em 2017, para 18,5 mil milhões de kwanzas (22.053.600 dólares), cinco anos depois, informou hoje o Governo angolano.
O Governo prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,09% em 2023, contra a média inicialmente prevista de 3,6%, disse, esta quinta-feira, em Luanda, o director Nacional para o Planeamento, Álvaro David.
O Presidente angolano disse hoje que é altura de “arregaçar as mangas” e trabalhar nos campos, para alcançar a autossuficiência alimentar, anunciando que o Estado vai reaver as terras entregues, há décadas, a cidadãos que não as exploram.
Procuradoria Geral da República diz que autoridades querem afastar risco de pilhagem, mas industriais avisam que a medida pode acarretar prejuízos.