Parte significativa da sociedade, em relação à UNITA, tem a sensação de que vivencia um momento de desordem total. O presidente Adalberto Costa Júnior, que parecia ter já as cosias sob controlo depois dos incidentes de 2021, viu aumentar o desrespeito sobre a sua pessoa, por parte de seus próprios militantes, muito por conta do regresso de Isaías Samakuva aos holofotes.
O Presidente da República, João Lourenço, nomeou hoje Paula Regina Simões de Oliveira para o cargo de ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, em substituição de Maria do Rosário Bragança.
O juiz presidente do Tribunal Supremo (TS) angolano disse hoje, em Portugal, que as magistraturas judiciais de ambos os países continuarão firmemente engajados na concretização de projetos comuns, enaltecendo a formação de 20 novos magistrados no CEJ.
O Chefe de Estado, João Lourenço, abordou hoje o estado das relações de cooperação entre Angola e os Estados Unidos da América, numa conversa telefónica com o Secretário de Estado Antony Blinken.
O Presidente da República, João Lourenço, nomeou, esta segunda-feira, três novas governadoras, elevando para seis o total de mulheres que ocupam essas funções.
Angola condenou, segunda-feira, o ataque contra o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, ocorrido no sábado (13).
O Presidente da República, João Lourenço, nomeou, esta segunda-feira, Maria do Rosário Bragança, para o cargo de ministra de Estado para a Área Social.
O julgamento do antigo ministro das Finanças moçambicano Manuel Chang sobre o seu papel no caso das dívidas ocultas de Moçambique começa hoje, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, avançou a agência de notícias Bloomberg.
O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa enviou hoje o ex-presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA) Álvaro Sobrinho, o banqueiro Ricardo Salgado e mais três arguidos a julgamento, validando na integra a acusação do Ministério Público.
O Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) angolanos admitiu hoje avançar para "confrontações" e paralisação no próximo ano letivo, caso o Ministério da Educação não resolva os pontos pendentes do acordo conjunto e lamentou a “mercantilização” do ensino em Angola.