Está no seu direito. Mas para satisfazer as suas tendências tem de saber que há limites. O Presidente Agostinho Neto conduziu os angolanos num processo revolucionário que terminou com a Independência Nacional. A luta foi difícil, os obstáculos a transpor, inumeráveis. Os perigos eram muitos, a missão exigia mais sacrifícios do que permitia a força humana.
De modo nenhum me agrada ser antipático. Mas o que tenho para dizer e sempre o disse em todos estes anos obriga-me agora a repetir o gesto: o da necessidade de soltar um grito enérgico de protesto contra a classe política do partido-Estado em Angola que, em mais de três décadas, se tem recusado a enfrentar a verdade sobre os fatídicos acontecimentos do 27 de Maio de 1977.
Farzana Iqbal, 25 anos, grávida de três meses, foi apedrejada até à morte por membros da sua família, incluindo o próprio pai, quando esperava para ser ouvida em tribunal esta terça-feira.
Vinte jovens ativistas angolanos queixaram-se hoje de agressões pela polícia por tentarem promover uma manifestação no centro da cidade de Luanda, tendo sido detidos e libertados ao início da noite a 60 quilómetros da capital.
Fica nítido e entendível o quanto o regime déspota implantado na nossa terra, teme a data de 27 de maio! O regime de JES não teme apenas o dia 27 de Maio por essa data representar o dia da maior purga já acontecida em toda a história do nosso país e de toda África e não só.
O peso do petróleo na economia de Angola tem vindo a diminuir e representa actualmente cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.
Foi reprimida a manifestação convocada para esta tarde em Luanda pelo movimento dos "Jovens Revolucionários" para recordar do 37° aniversário da alegada tentativa de golpe de Estado do 27 de Maio 1977 sob o lema "Chega de chacinas em Angola".
Cinco pessoas da mesma família e com idades compreendidas entre os dois e os 33 anos, morreram num incêndio numa habitação em Luanda, foi hoje divulgado na capital angolana.
Um forte dispositivo policial impedia esta tarde o acesso ao centro do Largo da Independência, na cidade de Luanda, onde deveria ter lugar uma manifestação de jovens ativistas, havendo relato de várias detenções.
O kudurista veterano Sebem encontra-se desde a semana passada em Luanda após 7 meses internado em Cuba para tratar a “neurocisticercose”.