Samakuva pediu que o Executivo seja mais transparente em relação ao dinheiro do erário público, referindo-se à ausência de prestação de contas por parte do chefe do Executivo.
O Tribunal Supremo (TS) angolano emitiu um mandado de captura contra os 27 presumíveis membros de uma rede acusada de desfalcar o Banco Nacional de Angola (BNA, central) em mais de 136 milhões de dólares americanos, revelou quarta-feira a imprensa local.
CASA-CE diz que desmentido está fora da realidade. Ministério do Interior afirma ainda que a ocorrência de crimes está a ser exagerada pelos meios de informação.
Se o Estado português intervier para salvar o Banco Espírito Santo (BES), os seus acionistas e detentores de dívida soberana perderão os seus investimentos. É o que ditam as novas regras europeias, reguladas pela Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, segundo o Jornal de Negócios.
César das Neves considera que o que se vive no BES “é um caso muito sério e pode ser o maior escândalo financeiro da história de Portugal”. Em declarações à Rádio Renascença, o economista alertou para a necessidade de o Banco de Portugal e a administração do BES esclarecerem “com clareza” qual é o problema e que medidas vão ser tomadas.
A polícia angolana ainda não foi informada sobre as prisões efectuadas em Espanha de várias pessoas alegadamente envolvidas numa fraude de dezenas de milhões de dólares na venda de equipamento à policia angolana.
O líder da UNITA, o maior partido da oposição, acusou hoje o Executivo angolano de ter prestado garantias soberanas a empréstimos do Banco Espírito Santo Angola (BESA) superiores ao limite previsto e quer ver o caso esclarecido no parlamento.
O Governo Angolano espera que seja notificada pela detenção dez pessoas numa operação em Espanha, Portugal e Luxemburgo por alegado envolvimento numa rede empresarial responsável por uma fraude de milhões de euros num contrato de venda de material policial a Angola afirmou Ambrósio Lemos.
Com a tomada de controlo do BES Angola por parte do Estado angolano, podem estar em risco os três mil milhões de euros de financiamento do Banco Espírito Santo (BES), além da posição que este detém no BES Angola, no valor de 670 milhões de euros, noticia o Jornal de Negócios.