O governador da província angolana do Cunene, no sul do país, considera como crítica a situação local das populações e do gado, em consequência da seca que já dura há três anos.
O juiz do Tribunal Provincial de Luanda, em Benfica, Januário Domingos, pediu hoje aos 17 arguidos que “tenham calma”, alegando que o “julgamento não é sumário”.
A Amnistia Internacional (AI) afirma que a Justiça angolana está a perder uma oportunidade de mostrar independência no caso dos 17 ativistas acusados de prepararem uma rebelião, ao impedir o acesso de familiares, jornalistas e observadores ao tribunal.
O Governo angolano aprovou uma nova lei sobre a Liberdade de Religião, Crença e Culto que, entre outras exigências, obrigará as confissões religiosas a uma subscrição mínima por 60.000 fiéis e proibindo-as de cobrar por "bênçãos divinas".
A Amnistia Internacional condenou o modo como está a decorrer o julgamento dos activistas angolanos acusados de rebelião, acusando o tribunal de ser uma farsa judicial.
Tribunal Provincial de Luanda começou a ouvir esta terça-feira (08.12) o jornalista Sedrick de Carvalho, que negou ser ativista e prometeu só responder a perguntas relacionadas com factos puníveis pelo Código Penal.
O décimo sexto dia de julgamento começou com a exibição de dois vídeos confrontando Albano Bingo-Bingo, de quem se queria saber se esteve ou não no encontro onde, segundo o vídeo exibido, o professor Domingos da Cruz e o engenheiro Luaty Beirão, exemplificavam o suposto financiamento que algumas instituições atribuem a pessoas e organizações.