Quarta, 29 de Junho de 2022
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O colégio de comissários da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) deliberou que cada partido político e coligações de partido, que venha a passar pelo crivo do Tribunal Constitucional (TC) para disputar as eleições gerais do próximo dia 24 de Agosto, está autorizado a convidar até 18 observadores internacionais por cada candidatura, para fiscalização do processo eleitoral.

O presidente da UNITA insistiu hoje na igualdade de tratamento dos partidos políticos por parte da comunicação social publica, considerando “um escândalo” a censura da oposição e a transmissão em direto dos comícios do partido do poder.

O líder do MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje em Mbanza Congo, capital da província do Zaire, que é obrigação de todos credibilizarem as eleições de 24 de agosto próximo, ao invés de procurarem manchá-las.

O Presidente da República (PR), João Lourenço, convocou, nesta sexta-feira, as quintas eleições gerais do país para o dia 24 de Agosto próximo (quarta-feira).

O Presidente João Lourenço disse hoje, no início do encontro com o Conselho da Republica, órgão consultivo com o qual está hoje reunido, que pretende convocar as eleições gerais para 24 de agosto de 2022.

Os membros do comité central do MPLA, partido no poder em Angola, vão hoje proceder à votação de uma resolução sobre alterações de ajustamentos na lista de candidatos à Assembleia Nacional, divulgada na semana passada.

O presidente da UNITA disse hoje quer apresentar na próxima semana a lista de candidatos às eleições de agosto, uma escolha que devera refletir "a pluralidade que [o partido] tem estado a partilhar com a sociedade civil”.

O Secretariado Geral da Igreja Evangélica Baptista em Angola (IEBA) proibiu, através de um comunicado dirigido à congregação e à liderança da denominação religiosa no país, o uso dos seus púlpitos para fins de propaganda política no quadro das eleições gerais de Agosto próximo, tendo recomendado “prudência” todas as vezes que se conceder a palavra aos políticos durante os cultos.

Jurista ouvido pelo Jornal OPAÍS esclareceu que os líderes da Frente Patriótica Unida (FPU) podem estar sujeitos à suspensão de toda actividade política caso continuarem a exercer actividades políticas em nome daquela organização que não está reconhecida pelo Tribunal Constitucional.

O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco disse hoje que Angola precisa de um modelo de Estado “que reconheça a diversidade dos povos” e não que centralize o poder, criticando a “exclusão que persiste” no país desde a independência.

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