O Governo angolano acusou hoje a UNITA de ser um "elemento perturbador" no processo das exéquias fúnebres do líder histórico do 'galo negro', Jonas Savimbi, ao perseguir "objetivos políticos" em detrimento da questão familiar.
O político angolano Abel Chivukuvuku apelou hoje ao diálogo entre o Governo e a família do líder fundador da UNITA para ultrapassar as divergências entre as partes sobre as exéquias fúnebres de Jonas Savimbi.
O Líder da UNITA mandou uma missiva de urgência a João Lourenço e mantém, por agora, o programa das exéquias do fundador do partido. “O general Pedro Sebastião sai beliscado”, diz Sakala.
Presidente da República, João Lourenço recebeu hoje em audiência, no Palácio Presidencial, ex-presidente da CASA-CE, Abel Chivukuvuku a quem foi agradecer pelo apoio dado quando esteve doente.
O Governo angolano anunciou que depositou hoje os restos mortais do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi, numa unidade militar no município do Andulo, província do Bié, sem a presença de representantes familiares ou do partido.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) já trabalha no âmbito da lei do repatriamento de capitais na instrução de processos para recuperar os activos daqueles cidadãos nacionais que terão ignorado os apelos das autoridades angolanas para um repatriamento voluntário.
Segundo o decreto publicado em Diário da República a 27 de Maio de 2019, a privatização "não se chegou a concretizar por razões unicamente imputáveis à adjudicatária", e, "em consequência", é considerada "sem efeito a decisão de privatização anteriormente tomada".