Os líderes de quatro formações políticas que integram o Encontro de Unidade para a Alternância Democrática em 2027 serão recebidos hoje por Dom Manuel Imbamba, presidente da CEAST, para discutir a transparência eleitoral e os desafios do processo democrático em Angola.
A oposição angolana poderá chegar às eleições gerais de 2027 dividida em duas grandes plataformas, num cenário que pode dificultar a construção de uma alternativa ao MPLA. O alerta é deixado pelo sociólogo e analista angolano Paulo Inglês, em declarações à DW África, que questiona a estratégia adoptada pela UNITA na condução da Frente Patriótica Unida (FPU).
Os líderes da UNITA, do Bloco Democrático e o Coordenador Geral do Projecto PRA-JÁ Servir Angola, revelaram esta quarta-feira 10 em Luanda, em conferência de imprensa que decidiram recentemente concertar posições sobre a evolução da situação política do País e criar as bases para o surgimento de uma ampla frente patriótica para resgatar a Pátria e assumir o controlo do poder político nos termos da Constituição.
O MPLA, no poder em Angola, afirmou hoje que UNITA, Bloco Democrático e PRA-JA Servir Angola (oposição) demonstram um "desnorte programático" que, considera, pretende justificar a "mais do que evidente derrota nas próximas eleições".