O novo procurador-geral da República de Angola iniciou funções com o reforço da área de combate à corrupção, nomeando novos responsáveis para cargos nesta área, que tomaram posse hoje.
Dizem os antigos que o poder é como vinho forte: embriaga primeiro, revela depois. E quando a lucidez regressa, já é tarde. João Lourenço parece ter entrado nesse momento delicado, onde o tempo político deixa de contar horas e passa a medir destinos. Cada decisão pesa mais, cada silêncio diz mais, e cada tic-tac do calendário soa a despedida.
A Administração Pública, para além de prosseguir o interesse público, deve actuar com base em princípios fundamentais, nomeadamente: legalidade, imparcialidade, justiça, proporcionalidade, boa-fé, probidade e responsabilidade.
O Comité Central da FNLA, oposição angolana, acusou hoje o presidente do partido de “imperador, ditador e exímio violador” dos estatutos da organização política e convocou o VI Congresso Ordinário para setembro próximo, negando alas internas.
Centenas de candidatos que obtiveram classificação positiva no concurso público promovido pelo Ministério da Saúde (MINSA) em 2023/2024 deverão voltar a candidatar-se e realizar novos testes para concorrer às vagas do próximo processo de recrutamento, que prevê a admissão de mais de seis mil profissionais para o sector.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) decidiu manter a suspensão da actividade jurisdicional do magistrado Manuel Pereira da Silva, que actualmente exerce funções como Presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), com base nos dispositivos constitucionais e legais em vigor.
O Serviço Nacional de Identificação, Registos e Notariado admitiu a existência de funcionários do sector da justiça envolvidos em actos de corrupção na emissão de Bilhetes de Identidade (BI) a cidadãos estrangeiros, bem como na atribuição irregular de certidões de nascimento, numa altura em que menos de metade da população angolana dispõe do principal documento de identificação civil.
O Governo angolano propõe como pena máxima para o crime de violência doméstica 15 anos de prisão, porque continuam “alarmantes” os casos no país, disse hoje a ministra da Ação Social, Família e Promoção da Mulher.
O presidente da ANATA, Rodrigo Catimba, endureceu o tom do discurso e lançou um aviso direto às forças políticas angolanas, afirmando que a classe não aceitará ser instrumentalizada no confronto entre o MPLA e a UNITA — e que poderá avançar para uma paralisação nacional caso continue a ser ignorada.
Declarantes como Adalberto Costa Júnior, Lukamba Gato e Nelito Ekuiki, da UNITA, e Higino Carneiro e Dino Matrosse, do MPLA, podem influenciar caso? Pagamentos a jornalistas são crime? Há risco para laços Angola-Rússia?