O advogado Alberto Quechinacho defende a divulgação integral das declarações de bens dos titulares de cargos públicos e questiona o modelo de recuperação de activos em Angola. Durante o debate “Dia D: Justiça, a Recuperação de Activos e Privatizações”, promovido pelo Movimento Cívico Mudei, afirmou que, se exercesse as funções de Procurador-Geral da República (PGR), teria fundamentos para instaurar uma acção contra o Presidente João Manoel Gonçalves Lourenço após o fim do seu mandato.
O Presidente da República autorizou uma despesa de 188,14 mil milhões de kwanzas, equivalente a cerca de 205 milhões de dólares, para a requalificação do Bairro Palanca, no município de Kilamba Kiaxi, em Luanda.
O Ministério Público junto do Tribunal da Relação de Luanda solicitou o agravamento substancial das penas aplicadas aos arguidos do chamado ‘Caso AGT’, propondo molduras penais que chegam aos 22 anos e meio de prisão.
A família e os advogados de Carlos Manuel de São Vicente apelaram esta semana às autoridades angolanas para que procedam «com urgência» à sua libertação, invocando razões jurídicas, médicas e humanitárias.
O antigo primeiro-ministro angolano e ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, veio a público criticar aquilo que classifica como uma campanha de "construção de aparências" promovida por sectores ligados ao partido no poder, que insiste em apresentar-se como a única força política angolana a estar do "lado certo da História" na aproximação às próximas eleições.
Dois homens foram detidos em Angola por suspeita de matarem e alimentarem-se de seis pessoas dadas como desaparecidas nos últimos anos na província de Bié, em Angola, informou esta quinta-feira o Serviço de Investigação Criminal (SIC).
Uma delegação multissectorial inspeccionou, esta quinta-feira, várias obras abandonadas nos municípios da Maianga e da Ingombota, em Luanda, com destaque para o denominado “Prédio de Tijolos”, situado nas proximidades do Hospital Josina Machel, cuja demolição está entre as medidas em avaliação pelas autoridades.
A UNITA acusou, esta quinta-feira, 27 de Agosto, o MPLA de instrumentalizar as escolas públicas para mobilizar alunos e docentes para comícios e outras actividades de carácter político, numa prática que, segundo o principal partido da oposição, interfere no normal funcionamento das instituições de ensino e contribui para a partidarização do sistema educativo.
O governo-sombra da UNITA denunciou hoje que Angola tem 19.000 mil árvores a funcionarem como salas de aulas e que o país necessita de 2.000 a 8.000 escolas para acolher 4,5 milhões de crianças e jovens.
Executivo quer diagnóstico exato de infra-estruturas obsoletas, estaleiros inactivos e terrenos sem uso oficial em todo o país. Trabalhos de fiscalização já começaram no município do Sequele, província de Ícolo e Bengo