O pré-candidato à presidência do MPLA, general Higino Carneiro, assinalou o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa com uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual destacou a importância da data para a consolidação do Estado de Direito e da democracia.
O advogado Sérgio Raimundo afirmou que a Constituição angolana de 2010 está na origem de vários dos problemas estruturais do país, incluindo a corrupção, defendendo uma revisão urgente e profunda do actual quadro constitucional.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas.
Um debate televisivo subordinado ao tema “A paz do mês das mentiras” colocou frente a frente a deputada da UNITA, Mihaela Webba, e o militante do MPLA, José Carlos de Almeida, num confronto de ideias marcado por divergências profundas sobre democracia, reconciliação nacional e justiça social em Angola.
Centenas de trabalhadores angolanos marcharam hoje, em Luanda, exigindo melhores condições salariais e laborais, com as centrais sindicais a dizerem que os trabalhadores angolanos vivem em situação de “mendicidade” e a pedirem políticas públicas laborais inclusivas.
O pré-candidato à presidência do MPLA, Higino Carneiro, assinalou o Dia Internacional do Trabalhador com uma mensagem centrada na valorização da classe laboral e na necessidade de melhorar as condições de trabalho em Angola, num contexto em que persistem desafios sociais que continuam a marcar a realidade do país.
Embora seja um acto veementemente condenado pelas religiões, em particular pela fé cristã, os casos de abusos sexuais alegadamente praticados por líderes religiosos têm vindo a registar um aumento preocupante na província da Huíla, em Angola.
A UNITA assinalou o Dia Internacional do Trabalhador, celebrado a 1 de Maio, com uma declaração na qual destaca a importância histórica da data e denuncia as dificuldades enfrentadas pela classe trabalhadora em Angola.
O último relatório da Repórteres Sem Fronteiras sobre o índice de liberdade de imprensa, divulgado recentemente, contém dados que não correspondem à realidade de Angola.
Consultores do gabinete ministerial, empresas privadas e membros da Comissão de Gestão da Edipesca Luanda constam entre os principais beneficiários da quantia mencionada, que terá sido alegadamente desviada durante a gestão da ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, segundo a acusação do Ministério Público (MP), que detalha valores e formas de benefício.