O Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo), Félix Tshisekedi, manifestou-se hoje, em Luanda, aberto ao apelo para um cessar-fogo "imediato e incondicional", lançado pelo seu homólogo angolano, João Lourenço.
Arranca esta quinta-feira, 8, na 15ª secção dos crimes comuns do Tribunal de Comarca de Luanda (TCL), no município de Cacuaco, em Luanda, a instrução contraditória do processo-crime contra dois cidadãos russos e dois angolanos, acusados pelo Ministério Público (MP) de espionagem, terrorismo, organização terrorista, tráfico de influência e associação criminosa, soube o Novo Jornal.
O Governo Provincial de Luanda (GPL) autorizou a realização uma marcha contra o abuso sexual de mulheres e crianças, marcada para sábado, mas propôs alterar o percurso, mudança rejeitada pelos organizadores por falta de fundamentação.
O vice-presidente da Associação Nacional dos Taxistas de Angola (ANAΤΑ), acusado de terrorismo após a greve de transportes de julho de 2025, foi libertado e viu o processo arquivado, disse hoje à Lusa o seu advogado.
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou esta quinta-feira, em Luanda, que Angola “virou a página” do crescimento negativo graças às reformas económicas iniciadas em 2017.
Depois do primeiro protesto ter sido impedido pelas forças de segurança, ativistas angolanos remarcaram marcha contra violência sexual para o próximo sábado (10.01). À DW, garantem que "vão continuar" a manifestar-se.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que a Rússia e a China "não teriam medo" de uma NATO sem a participação dos Estados Unidos.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (7/1) a apreensão de um navio petroleiro no Atlântico Norte com bandeira da Rússia que no passado teria sido usado para transportar petróleo venezuelano.
Com o falecimento de Fernando Piedade dos Santos, Virgílio de Fontes Pereira, Álvaro Boavida Neto e Carlos Feijó emergem com possíveis candidatos a ocupar o lugar que será deixado vago por João Lourenço.
A questão da violação sexual de menores em Angola não é apenas um problema criminal, nem um assunto que deva surgir apenas quando um caso choca as redes sociais. É uma realidade diária, persistente, que cresce nas brechas da pobreza, da fragilidade institucional e de uma cultura que ainda protege o silêncio mais do que a criança.