Namibe – Desde o lançamento do primeiro satélite artificial o Sputnik 1 em 1957, pela União Soviética, esse fato marcou o início da corrida espacial entre União Soviética e Estados Unidos. Como um impressionante feito científico, o fato chamou a atenção do mundo todo, principalmente dos Estados Unidos, onde temia-se a capacidade dos soviéticos de lançarem também mísseis balístico.
Oxalá que não?
Pois apesar da coragem de João Lourenço em aceitar enfrentar o combate contra a corrupção de peito aberto por enquanto, precisamos não esquecer que estamos em África, um continente onde os manipuladores raramente não dependem dos manipulados e vice-versa, para fazerem valer os seus interesses pessoais, familiares e de grupos.
O primeiro satélite angolano (Angosat), lançado às 20h00 de ontem, 26 de Dezembro (data e hora de Angola) em Baikonur (Cazaquistão) constitui indubitavelmente uma resposta ao imperativo de serviços de telecomunicações de maior qualidade e acessibilidade. É seguramente um marco. O satélite funcionará em regime experimental até Março de 2018.
Namibe – Hoje dia 26 de Dezembro de 2017 inegavelmente ficará marcado na história de todos os angolanos como um dia histórico de um modo geral, e em particular para o governo do MPLA partido este que dirige os destinos da nação desde 1975 como um grande feito. E que tem como presidente José Eduardo dos Santos ex-presidente de Angola, e João M. Gonçalves Lourenço como vice-presidente do partido e actual presidente da República de Angola.
Para mostrar a ignorância popular relativamente a vida política, o filósofo francês Joseph-Marie Maistre tornou célebre a seguinte frase: “cada povo tem o governo que merece”.
Crescemos a ouvir falar de si, sabemos que és muito ocupado e que somente atendes os pedidos das criancinhas, já não sou, mais tenho criancinhas, por está razão espero que atendas o pedido ora expresso.
A aprovação de uma nova Constituição é uma “refundação” da república.
JES tinha 2 mandatos a contar de 2012. Não concorreu em 2017 por decisão própria. Porquê?
Vivemos um clico inteiramente novo em que ecoam por todo o Mundo sinais convergentes da necessidade urgente e vital de os Estados combaterem crimes económicos e financeiros. Na verdade, estes “fenómenos” tendem a ressurgir, nos dias de hoje, com alguma agressividade a julgar pela disseminação de paraísos fiscais e tentam prosperar ali onde encontram terreno fértil.