Há uma preocupação histérica e masturbada do MPLA em tentar salvar a pele de José Eduardo dos Santos!
Á um tipo que em situações normais e se Angola estivesse a ser governado por gente séria já estaria na cadeia á muito tempo ainda assim, para o arrepio de uma nação inteira e fronta a nossa capacidade de compreensão haver um batalhão de corruptos desesperados se posicionando do seu lado?
A ética reflecte – se sobre o padrão de condutas, examinando o afastamento delas em relação às inumeráveis virtudes louvadas pela razão predominante na vida social. A ética é a esfera central da construção do carácter e da personalidade de um governante, sem a qual, o líder se torna oco e mau prestativo, não satisfaz as necessidades sociais dos fins políticos da humanidade.
Todo o detentor de cargo público, no início das suas funções quando se propõe a fazer reformas acaba por enfrentar o duplo desafio de ter contra si os eventuais prejudicados e de não ter ainda a seu favor os beneficiários da reforma.
"Cuidado com o sorriso cínico de JES, pois só envolve a boca e nunca os olhos"
Enquanto para alguns já está tudo combinado e planeado para que JES entregue a liderança do MPLA ao João Lourenço neste congresso.
"Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar". Tiago 1: 9
Nessa semana que finda, houve vários acontecimentos que deram muito que falar, e em função desses acontecimentos entendi escrever algo relacionado com pronunciamento de alguém, e que criou um aceso debate na maior arena política de actualidade (Facebook).
O mito da honra que tem da pátria seu maior orgulho nunca morre, aliás, forja no longe o sacrifício dos homens feito no curso de seus limites físicos e materiais ao longo da história. A viagem para o progresso social e cultural tem - se vocacionado na luta implacável contra hordas impossíveis que implantaram variadas formas de exploração aos mais fracos.
E se quem avisa amigo é " João Lourenço que se ponha a pau "
Estou a ver o cidadão de origem santomense José Eduardo dos Santos muito quieto, no silencio e com respostas muito curtas, e como no meu tempo de operativo aprendi que pessoas com este tipo de comportamento geralmente são potencialmente mais perigosas, do que aqueles que falam muito.
Cresci na UNITA. Ganhei consciência da situação política em que Angola se encontrava na UNITA. Na Zâmbia, onde passei a minha infância numa comunidade completamente ligada à UNITA, éramos praticamente uma extensão da Jamba.