Também precisa ter o seu mesmo sem o tornar público: Principalmente quando tem pela frente como adversário político um grupelho, com claras características de marginais como o MPLA, que mesmo sem competência, total e justa falta de credibilidade nacional e internacional ainda assim insiste em não deixar o poder.
O encontro do dia 26 entre JLO e representantes da Juventude Angolana, nos deu uma amostra das ideias e reflexos maioritários em Angola, e não apenas nos jovens porque nada que foi dito pelos convidados jovens foi muito diferente do que diriam seus mentores mais velhos.
As Missões diplomáticas angolanas transformaram-se num ninho de incompetentes, num esconderijo de dirigentes em fim de carreira política e governativa, onde militares e generais são promovidos à cargos de embaixadores, de cônsules gerais, de adidos, em vez de se dar espaço e promover jovens qualificados para darem uma dinâmica diferente à nossa diplomacia que há décadas não tem pernas para andar, por falta de diplomatas competentes e estrategas, capazes de criarem projectos de vários níveis e âmbitos a favor da Nação.
Você já parou para reparar no tempo? No quando a vida passa rápida por nossos olhos e nossa mente. O piscar de olho, o segundo perdido, a chance que não volta. Quanto tempo temos perdido em nossa vida com brigas e discussões desnecessárias, somente para fazer valer e prevalecer a nossa vontade, nossa opinião?
Ao abrigo da CRA (Artigo 127.º Responsabilidade Criminal), o Vice-Presidente da República (tal como o Presidente) “não é responsável pelos actos praticados no exercício das suas funções, salvo em caso de suborno, traição à Pátria e prática de crimes definidos pela presente Constituição como imprescritíveis e insusceptíveis de amnistia”.
Ao dia vinte e seis do mês em curso, JLO pretende reunir – se com cem cidadãos, dos quais constam altos nomes que têm marcado a conjuntura das manifestações e líderes de diversas associações juvenis.
Faço questão de, por introito, referir uma norma antiga que deve reger as relações humanas e sociais, traduzida na seguinte sentença: a medida com que medimos os outros é a mesma com que nós devemos medir.
No último esforço por votos, o presidente da Swapo, Hage Geingob, prometeu melhorar a prestação de serviços para transformar os sonhos dos cidadãos namibianos em realidade.