Domingo, 23 de Janeiro de 2022
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A UNITA, oposição angolana, diz constatar “com preocupação” alguma “tendência de radicalização” do discurso por parte de “altas figuras do Estado angolano e do partido governante”, com um tom “intimidatório e de arrogância” em vez de diálogo e concertação permanentes.

A Procuradoria-Geral da República de Angola anunciou hoje a entrega da gestão das empresas ZAP Media S.A e Finstar ao ministério que tutela a comunicação social, que deve garantir a reintegração de trabalhadores despedidos do canal ZAP VIVA.

O Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) apelou hoje às autoridades angolanas para que garantam a segurança dos repórteres que cobrem protestos e investiguem agressões contra a comunicação social durante a recente greve de taxistas.

As empresas que contratem desempregados, jovens e cidadãos portadores de deficiência ao abrigo das medidas de apoio à atividade económica do Governo angolano terão de manter os contratos de trabalho por três anos para beneficiarem dos incentivos.

O Presidente angolano participa hoje, em Brazzaville, capital da República do Congo, na 20.ª sessão ordinária da Conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC).

O Presidente angolano exonerou hoje o comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo Gaspar de Almeida, uma semana depois dos atos de vandalismo que tiveram lugar em Luanda durante uma paralisação de taxistas, foi hoje anunciado.

"Não tenho acesso à comunicação social pública de Angola, daí a importância de estar aqui na CNN Portugal": líder da UNITA lamenta "censura absoluta" e deixa graves críticas a João Lourenço

Organizações cívicas angolanas alertam para o “ambiente de intimidação, perseguição e agressão” protagonizados alegadamente pela polícia angolana contra taxistas promotores da greve de segunda-feira e reprovam os atos de vandalismo e a “parcialidade e manipulação” dos órgãos públicos.

A UNITA, oposição angolana, considerou hoje que o Presidente João Lourenço, “que transmitia mensagens de esperança, unidade e reconciliação” nos primeiros três anos de governação, foi “sequestrado pelos radicais do regime” que o usam para "manipular a opinião pública" e criar "instabilidade no País".

O Presidente de Angola, João Lourenço, considerou hoje que o vandalismo registado na segunda-feira em Luanda, durante a paralisação dos taxistas, foi um "ato de terror" que visava tornar o país ingovernável e "subverter o poder democraticamente instituído".

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