O Governo angolano está a preparar um conjunto de reformas no sector da saúde que incluem a introdução de cobranças em hospitais estatais e a criação de um seguro nacional de saúde, com o objectivo de garantir maior sustentabilidade financeira e melhorar a organização do sistema.
Uma equipa conjunta do Ministério da Saúde e do Governo Provincial do Bengo deslocou-se, nesta segunda-feira, 23, ao Hospital Geral do Bengo, com o objectivo de averiguar a veracidade de informações amplamente divulgadas nas redes sociais, que apontam para um alegado caso de negligência médica envolvendo uma criança de cinco anos de idade.
Os mercados informais, conhecidos popularmente como “praças”, desempenham um papel central na vida económica e social de Angola. Estes espaços garantem o acesso a alimentos a preços acessíveis e constituem uma fonte essencial de rendimento para milhares de famílias que dependem do comércio diário para sobreviver.
O tráfico e a comercialização de medicamentos falsificados constituem atualmente um dos mais sérios desafios de saúde pública em Angola. Todos os anos, milhares de pessoas perdem a vida em consequência do consumo de fármacos adulterados, ineficazes ou contaminados, agravando doenças que poderiam ser tratadas com medicamentos autênticos e devidamente controlados.
Pelo menos seis mil novos profissionais de saúde em Angola devem ingressar no setor através de um concurso público que será lançado em fevereiro, anunciou hoje a ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta.