Numa altura em que Angola se aproxima de mais um ciclo eleitoral decisivo, o líder do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, defendeu, em entrevista à TV Zimbo, a necessidade de uma rutura com o modelo de governação vigente desde a independência, apontando para 2027 como um momento de viragem política no país.
Num momento em que o cenário político angolano começa a reorganizar-se em antecipação às eleições gerais de 2027, o presidente do PRA-JÁ Servir Angola, Abel Chivukuvuku, lançou críticas abertas ao que considera ser uma cultura de “exclusivismo permanente” entre vários partidos políticos, particularmente dentro da oposição com assento parlamentar em Angola.
O presidente do PRA JÁ - Servir Angola disse no Kuanza Norte que se ganhar as eleições em 2027, os governadores provinciais deixam imediatamente de ser nomeados pelo poder central de Luanda e passam a ser eleitos localmente pelas populações que vão servir.
O PRA-JA SERVIR ANGOLA veio a público desmentir informações que circulam nas redes sociais e em alguns círculos de opinião sobre uma alegada decisão de coligação com o Bloco Democrático e o Partido Liberal, bem como declarações atribuídas ao seu Secretário-Geral, Américo Kolonha Chivukuvuku.
O líder do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, foi hoje recebido em audiência pelo Presidente da República, João Lourenço, para um primeiro encontro oficial, decorrido um ano da legalização deste partido político.