A crise económica e financeira que afeta Angola desde finais de 2014 poderá levar à falência mais de 1.600 empresas e 576 fecharam já a suas portas, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano, hoje conhecidos.
O kwanza angolano voltou a depreciar-se, face ao euro, pela segunda vez numa semana, acumulando uma perda de 31% nos três meses do regime flutuante cambial, em que as taxas de câmbio são formadas nos leilões de divisas.
O responsável da estratégia comercial da consultora Aon em Portugal considerou hoje à Lusa que o risco político de Angola pode melhorar a médio prazo, mas que o panorama geral bastante negativa ainda se mantém.