Quarta, 23 de Setembro de 2020
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Quarta, 29 Julho 2020 23:37

Governo angolano pede ajuda para localizar crianças subnutridas em província de Luanda

Governo angolano pediu informações sobre o seu paradeiro “para que sejam salvas”. Governo angolano pediu informações sobre o seu paradeiro “para que sejam salvas”.

A SIC emitiu uma reportagem, esta terça-feira, em que dava conta da existência de cerca de 200 crianças subnutridas e doentes, sozinhas num barracão nos arredores de Luanda. 

O Governo angolano pediu esta quarta-feira ajuda para localizar as cerca de 200 crianças, subnutridas e doentes, que estarão num barracão nos arredores de Luanda sem qualquer supervisão ou apoio de adultos. A denúncia foi feita pela associação “Pedacinhos do Céu”, em Olhão, e foi noticiada na terça-feira pela SIC, na reportagem “Os meninos de Kassanje”, que divulgou imagens das crianças.

Em comunicado, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social angolano afirma que “tomou conhecimento de uma matéria veiculada por uma estação de televisão Portuguesa no dia de ontem” e pede à SIC que partilhe as informações que tem com as autoridades angolanas.

“O Governo apela à estação de televisão que afirma levar a cabo uma investigação sobre o assunto que partilhe com as Autoridades Angolanas as informações de que tenha conhecimento e que possam facilitar a localização das referidas crianças, para que sejam salvas”, escreve o Governo, pedindo também que quaisquer “pessoas de boa-fé e que detenham eventualmente alguma informação que facilite o processo de localização do referido centro” partilhem também essas pistas.

“Tais crianças, segundo a peça, estariam concentradas num centro localizado algures no distrito urbano da Estalagem, município de Viana, na província de Luanda. Para qualquer cidadão angolano que conhece o valor da solidariedade, as imagens apresentadas são chocantes e exigem uma pronta intervenção”, comunica também o Governo. De acordo com a SIC, a associação que fez a denúncia recusou dar a localização do barracão e não contactou qualquer organização ou entidade angolana. PUBLICO

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