Os incansáveis “esforços” que a ministra da Saúde evoca no combate à Covid já começam a surtir efeitos: sob a lúcida e inatacável direcção da Dr.ª Sílvia Lutucuta, Angola assumiu a liderança, destacada, do combate mundial à pandemia.
Não irei misturar diplomacia com romantismo político, não é esse o objectivo, a questão aqui é mesmo dar a conhecer cada vez mais os factos e as dinâmicas diplomáticas, as directrizes, as normas, os princípios, as regras e os mecanismos geoestratégicos que regem toda a comunidade internacional, que permitem os Estados de correrem atrás dos seus interesses de governo colocando em prática os programas políticos traçados pelos seus líderes ou pelas suas elites governativa.
A entrega das ossadas das vítimas do 27 de Maio aos familiares foi mais uma entronização de mentiras, a somar a tantas outras já montadas pelo regime do MPLA.
Nem o Direito, como um conjunto de normas que regulam sociedades política e socialmente organizadas, naquele sentido expresso no brocardo latino “ubi societas ibi jus” ou no seu inverso “ubi jus ibi societas”, nem a Justiça, no seu sentido institucional, têm um valor em si. Senão que, como todas as instituições humanas, existem como funções da realização dos mais genuínos interesses da paz e do progresso humanos.
Mas sim, o não saber o que diz, por ser um sem noção? E a psicologia moderna ainda bem, que define este tipo de pessoas como uma espécie de lixo tóxico, assim como nos dá até mesmo alguns conselhos. Como lidar e olhar para um tipo destes como é o João Lourenço e outros dentro do MPLA.