Terça, 25 de Agosto de 2026
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O novo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais Júnior, disse hoje que os "fundamentos macroeconómicos" do país "mantêm-se sólidos e sob controlo", apesar das dificuldades provocadas pela queda da cotação internacional do petróleo.

O Banco Nacional de Angola (BNA) refutou hoje, quinta-feira, as informações veiculadas por alguns órgãos e redes sociais, segundo as quais terá orientado os bancos comerciais a aplicarem restrições na realização de operações cambiais e utilização de cartões de pagamento, como resultado da redução do preço do barril de petróleo no mercado internacional.

O economista Filomeno Vieira Lopes diz que o fundo devia ser capaz de ajudar a atenuar a atual crise, motivada pela baixa do preço do petróleo a nível mundial. Mas o fundo não está talhado para isso – um "erro grave".

Descida dos preços do petróleo pode ser "favorável para Angola a médio prazo" porque vai forçar uma aceleração da estratégia de diversificação da economia.

O diretor do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, Alves da Rocha, estimou hoje que a revisão do orçamento do Estado angolano reduza para metade a previsão de receitas fiscais petrolíferas.

Poucas semanas depois de ter assegurado um financiamento de 2 mil milhões de dólares da China, Angola recebe apoio de duas importantes firmas dos mercados financeiros de Wall Street e da City de Londres, incluindo a gigante Goldman Sachs. Isto enquanto as necessidades do Estado se vão agudizando, com o arrastar da quebra dos preços de petróleo.

Antigo governador do banco central angolano deve ser o novo presidente da Sonangol, sabe o Económico.

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