O Tribunal Provincial de Luanda começa a julgar a 16 de novembro os 17 ativistas acusados de prepararem uma rebelião e um atentado contra o Presidente angolano, informou hoje a defesa dos arguidos.
O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) refutou, em Luanda, que a situação política angolana seja estável, "quando na verdade o país tem presos políticos e o Governo agride, prende e mata pessoas".