O MPLA inicia esta quarta-feira o VII Congresso. É o primeiro desde o anúncio da saída de José Eduardo dos Santos, agendada para 2018. Ao Observador, analistas dizem que não vai haver surpresas.
José Manuel Pureza, dirigente do Bloco de Esquerda, diz que os partidos que vão ao congresso do MPLA “assumem a responsabilidade dessa escolha”. E não podem vir, depois, pedir liberdade de expressão em Angola.
O preço médio de um dólar norte-americano nas ruas de Luanda voltou a subir, para 580 kwanzas ou uma nota de cem dólares vale 58.000 Kwanzas, apesar da recente injeção recorde de divisas na banca comercial.
Paulo Portas vai ao congresso do MPLA, de José Eduardo dos Santos, como convidado especial. Mas quase todos os partidos vão fazer-se representar em Angola. Todos menos BE, PEV e PAN.
Angola registou um excedente fiscal de 603 milhões de dólares nos primeiros seis meses de 2016, indicam dados do Ministério das Finanças que ainda confirmam a travagem a fundo nas despesas do Estado.
O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) informou hoje que o congresso que realiza a partir de quarta-feira vai dar atenção ao "momento que o país está a viver", numa alusão às dificuldades da quebra nas receitas petrolíferas.
Oitenta e cinco engenheiros da Efacec estão a contestar a decisão da administração da empresa, controlada pela angolana Isabel dos Santos, de lhes retirar as viaturas, Via Verde e cartão para combustível, um benefício que representa um terço do salário.
Toda a fina flor do entulho político de Portugal ruma a Angola para assistir ao Congresso do MPLA que amanhã começa, em Luanda. Os sabujos portugueses que, como se sabe, estão sempre do lado dos mais fortes (o regime) e contra os mais fracos (os angolanos), fazem-se representar em força.
Por Orlando
José Eduardo dos Santos volta a ser candidato único à liderança do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder desde 1975, mas é a sua sucessão que alimenta as horas que antecedem o congresso de Luanda.
Menos de 40% dos atuais 311 membros do Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) esperam ver a saída daquele órgão confirmada no congresso, número aquém do definido pelo presidente, José Eduardo dos Santos.