O economista Fáusio Mussá considera que o crescimento económico de Angola deve “desacelerar” este ano, sobretudo devido à menor oferta de divisas petrolíferas, e defende mais políticas para fazer face ao aumento da pressão social.
O gabinete de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) considerou hoje que a retirada dos subsídios aos combustíveis ainda este ano em Angola pode fazer inverter a trajetória, levando a uma "significativa subida" da inflação.
A Administração Geral Tributária (AGT) angolana arrecadou receitas de 13,7 biliões de kwanzas (24,3 mil milhões de euros), no exercício económico de 2022, o que corresponde a um crescimento de 40% face a 2021, foi hoje anunciado.