Luanda — A Sonangol, empresa estatal angolana, prepara a entrada no sector dos minerais críticos, numa estratégia destinada a reduzir a dependência do petróleo e a posicionar a companhia em novas cadeias de valor associadas à electrificação e às tecnologias limpas.
As três empresas públicas do sector dos recursos minerais e dos petróleos apresentaram resultados positivos em 2025, mas os relatórios dos auditores independentes deixam alertas sobre várias rubricas das demonstrações financeiras. Investimentos sem recuperabilidade comprovada, activos sem benefícios económicos demonstrados e divergências nas contas estão entre as principais reservas.
Angola arrecadou 8,91 mil milhões de dólares (7,75 mil milhões de euros) com a venda de petróleo no segundo trimestre do ano, um aumento de 54,71% face ao período homólogo, anunciou hoje o Governo.
A Galp admite regressar às atividades de exploração e produção de petróleo em Angola e está a analisar oportunidades no país, mas ainda não tomou qualquer decisão concreta, disseram hoje os co-presidentes executivos da empresa à Lusa.
O Governo autorizou a Sonangol - Exploração e Produção, S.A. a ceder 5% do interesse participativo que detém no contrato de partilha de produção do bloco 17/06, localizado a 150 km da costa da província do Zaire, à holding Falcon Oil, do grupo António Mosquito.