Consultores do gabinete ministerial, empresas privadas e membros da Comissão de Gestão da Edipesca Luanda constam entre os principais beneficiários da quantia mencionada, que terá sido alegadamente desviada durante a gestão da ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, segundo a acusação do Ministério Público (MP), que detalha valores e formas de benefício.