O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, considerou hoje positiva, mas tardia a anotação do XIII congresso ordinário realizado em dezembro de 2021, expondo as instituições e criando instabilidade em ano de eleições.
Enchentes e filas intermináveis marcam o penúltimo dia do registo eleitoral oficioso em Luanda, onde a procura pelos serviços do Balcão Único de Atendimento (BUAP) mais do que triplicou com os cidadãos a queixarem-se de “morosidade e falta de logística”.
Os despachos de anotação dos congressos dos seis partidos angolanos que realizaram a sua reunião magna em 2021 foram já publicados em Diário da República, oficializando as direções e decisões saídas desses conclaves.
Nove organizações não-governamentais angolanas e membros da sociedade civil apelam ao executivo angolano para que prolongue o prazo para o registo eleitoral face à “insatisfação exposta em Angola e na diáspora” pelo mau funcionamento dos balcões de atendimento.
Analistas ouvidos pela DW afirmam que vazamento de acordos são sinónimo de divisão e disputa dentro do Tribunal Constitucional. Alguns juízes, defendem, terão como principal propósito afastar Adalberto da Costa Júnior.
O Presidente da República, João Lourenço, designou, esta terça-feira, Adalberto Costa Júnior, Nimi a Simbi e Jorge Alicerces Valentim como membros do Conselho da República.
O ex-presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA), Álvaro Sobrinho, entregou na sexta-feira um requerimento para prestar a caução de seis milhões de euros através da hipoteca de quatro bens imóveis, adiantou fonte ligada ao processo.
O Tribunal Constitucional (TC) de Angola já anotou os congressos dos partidos políticos angolanos realizados no ano passado (MPLA, UNITA, BD e FNLA), disse à Lusa uma fonte daquela entidade.
O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola (OAA) disse hoje, na província do Huambo, que nos últimos três anos foram abertos mais de 2.600 processos-crime económico-financeiros, mas apenas 26 foram a julgamento.
O ex-comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo Gaspar de Almeida, disse esta terça-feira,29, que, dois meses depois da sua exoneração, continua sem perceber a razão mas garante que conhece o rosto e o nome do responsável pelo seu afastamento.