O empresário angolano Fernando Teles criticou hoje a concorrência desleal que diz afetar os produtores nacionais, a falta de apoio à produção nacional e defendeu um travão às importações, para que o país “vá para frente”.
O diretor financeiro do grupo angolano Carrinho considerou hoje uma “falsa questão” o tema do monopólio, que várias vezes políticos da oposição e membros da sociedade civil associam a esta empresa.
O kwanza, moeda angolana, vai ser colocado no sistema de pagamentos em tempo real da África do Sul e Namíbia, para o aumento das trocas comerciais, anunciou hoje o vice-governador do Banco Nacional de Angola (BNA) .
A restituição de um bem desviado não iliba o seu actor da responsabilização civil ou criminal pelo acto cometido , consideram juristas angolanos a propósito da publicação esta segunda-feira, 17, da lista de bens e activos apreendidos ou arrestados pela Procuradoria-Geral da República.
A coordenadora do Movimento Cívico para o Fundo Soberano de Moçambique, coligação de organizações não-governamentais (ONG), considerou hoje que o julgamento do antigo ministro das Finanças Manuel Chang nos EUA poderá produzir informação crucial sobre as dívidas ocultas.
O presidente da UNITA, principal partido da oposição, insta o Governo angolano a explicar o paradeiro de mais de seis mil milhões de dólares do excedente orçamental dos últimos dois anos.
O Grupo Parlamentar da UNITA (GPU) apresentou hoje uma iniciativa de acusação e destituição do Presidente angolano, João Lourenço, por alegadamente ter subvertido o processo democrático no país e consolidar um regime autoritário que atenta contra a paz.
A delegação provincial de Luanda da Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE) anunciou, esta quarta-feira, que o inquérito na Escola 17 de Setembro, no Distrito Urbano do Rangel, confirmou a ocupação ilegal de oitos salas de aulas.
O Banco de Poupança e Crédito (BPC) regista 1% de crédito malparado nos empréstimos que está a efetuar a particulares, anunciou hoje o presidente do conselho de administração do maior banco público angolano.
A defesa de Carlos São Vicente insistiu hoje que a condenação do empresário luso-angolano foi “ilegal” e “injustificada” e acusou a justiça angolana de não ter assegurado um julgamento justo a “um homem que investiu tanto no país”.