O comunicado expedido pelo MPLA, que visou dar resposta a conferência de imprensa realizada pela UNITA, trouxe consigo uma invulgar carga dramática, que se observado criteriosamente perceber-se-á nele, uma inquietante ausência de sobriedade política sem precedentes dos homens do Kremlin.
O ritmo de insegurança regional e internacional tem colocado em constante desiquilibrio o sistema internacional, ao mesmo tempo, tem provocado corrida armamentista entre vários actores da comunidade internacional, levando governos a tomarem medidas adicionais de segurança: aumentando o próprio orçamento de defesa, compras de novos contigentes militares avançados e busca por tecnologias bélicas.
A Polícia Nacional abriu um processo investigativo para apurar o incidente que vitimou mortalmente uma cidadã de 39 anos de idade, no município do Rangel, em Luanda, por um disparo acidental, durante uma intervenção das forças de segurança e ordem pública.
Uma mulher morreu e um polícia foi linchado pela população, no bairro Rangel, na sequência de uma rixa e posterior tentativa de detenção, informou hoje a polícia de Luanda.
O MPLA (poder em Angola) acusa a UNITA (oposição) de “manobras políticas para desestabilizar o país e semear a discórdia" e que ter sido incapaz de aceitar os resultados das eleições de 2022 que deram a vitória ao MPLA.
Apreciadores de carne de caça, muitos angolanos continuam a procurar os mercados locais para consumir animais selvagens, apesar do Ministério da Saúde desaconselhar o consumo de macacos e roedores devido aos riscos da mpox (Varíola do Macaco).
Um almoço de domingo num restaurante de luxo no Guincho, em Cascais, em Portugal, acabou indigesto para um empresário angolano, de cerca de 50 anos. Abordado por dois homens de arma em punho e encapuzados, a vitima ficou sem um relógio Richard Mille, avaliado em cerca de 160 mil euros. O valor da joia daria para pagar um salário mínimo (70 mil kwanzas) para 2.760 trabalhadores em Angola.
O Grupo Parlamentar do MPLA refuta as acusações “falaciosas e irresponsáveis” feitas pela UNITA, na conferência de imprensa que realizou quinta-feira, na qual, entre outros assuntos, considera que Parlamento angolano não se afirmou como órgão independente do poder executivo.
O rapper angolano Prodígio disse à Lusa que “uns têm mais motivos do que outros” para comemorar a independência de Angola e salientou que o destino do país está na mão “de todos os angolanos”.
Apesar de a malária ser a principal causa de óbitos em Angola, com milhares de mortos todos os anos, a prioridade do Executivo parece estar virada para a construção de grandes hospitais em detrimento das unidades primárias e secundárias de saúde que deveriam assistir, em primeira instância, os pacientes dos bairros pobres que estão arredados dos centros urbanos.