Vários analistas consideraram hoje ser possível a população de Angola confiar nas instituições públicas, como o Banco Nacional do país e o Fundo Social Angolano, caso haja uma reestruturação destas.
O ministro das Finanças de Angola, Archer Mangueira, garantiu hoje, em Pequim, que "parte" dos 2.000 milhões de dólares que serão financiados pelo Governo da China "servirá para regularizar" a dívida com os credores chineses.
Angola disponibilizou na quarta-feira 50 milhões de euros ao mercado primário, mas só colocou 16,255 milhões de euros (32,51%), tendo o kwanza mantido, pela primeira vez este ano, o câmbio em relação ao euro e valorizado face ao dólar.