O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) reconheceu hoje que as comemorações do dia do Trabalhador no país acontecem este ano num momento "particularmente difícil, do ponto de vista económico e social".
Duas semanas após o Bureau Político do MPLA anunciar a abertura de candidaturas à presidência do partido, nenhum processo foi registrado. Desinteresse pelo cargo pode ter a ver com receio de eventuais retaliações.
Marcolino Moco afirma que não vai candidatar-se à liderança do MPLA. Em entrevista exclusiva à DW, explica as razões que o levam a não se candidatar às eleições do partido no poder, liderado por José Eduardo dos Santos.