A organização das próximas eleições em Angola, em 24 de agosto, “não foi transparente nem respeitou a legislação angolana aplicável”, pelo que “não serão justas, livres nem pacíficas”, concluíram hoje participantes numa videoconferência.
Os Estados Unidos trabalham, há muito tempo, para fortalecer as democracias e promover o respeito aos direitos humanos em todo o mundo. Para o efeito, o Embaixador está a reunir-se com cada uma das presidenciais partidárias com representações na Assembleia Nacional.
O sociólogo angolano Paulo Inglês considerou hoje “extremamente agressiva e perigosíssima” as afirmações de um dirigente do MPLA, partido no poder, que chamou o líder da UNITA de “lunático” por pensar em vencer as próximas eleições gerais.