A defesa das cerca de 200 pessoas condenadas por rebelião na província angolana da Lunda Sul considerou hoje que o processo teve “razões políticas" e não jurídicas e visou inibir o exercício das liberdades de manifestação na região.
A Aliança Rio Congo (AFC), movimento político-militar que integra grupos armados como o M23, disse hoje que não está vinculada a decisões de reuniões “para as quais não foi convidada”, reclamando o diálogo direto com o Governo de Kinshasa.
O Presidente da República, João Lourenço, assinou hoje, terça-feira, um despacho a dar por findo o mandato das entidades que integram o Conselho de Administração da Empresa Nacional de Navegação Aérea (ENNA, E.P).