A culpa da crise em Angola não foi só do petróleo. A falta de ética, compadrio e partidarização das funções públicas agravou os problemas, diz a conferência episcopal angolana.
Apesar de deligências de inspeção feitas nos principais armazéns e lojas de Luanda pelas autoridades do Ministério do Comercio em conjunto com outras entidades, os preços dos principais produtos da cesta básica e alguns serviços mantém-se altos.
Decisão de agência de notação financeira deve-se a dependência do petróleo e gás para a reanimar economia e das despesas governamentais às receitas provenientes da exploração de hidrocarbonetos.