No livro “27 de Maio de 1977” que Artur Queirós publicou em 2017, numa edição (mais uma) da Fundação Dr. António Agostinho Neto (FAAN), está escrito pelo autor o seguinte na página 74: “Neto não o disse nunca em público, mas é importante referir que nos primórdios do fraccionismo protagonizado por Monstro Imortal, Nito Alves e José Van-Duném, ele propôs ao Bureau Político do MPLA do MPLA que fosse nomeado um grupo de trabalho para investigar a existência de conspiradores no seio do partido. Aprovada a proposta, indicou JES para a presidir a Comissão.
Não é loucura coletiva generalizada? Se querer justiça limpa onde quem governa é sujo? Quando num país o partido que está no poder é tão sujo como no caso de Angola é o MPLA. Espaço para se fazer justiça, aquela justiça no verdadeiro sentido da palavra, ou seja, se ser justo que é uma das grandes virtudes humanas.
Os passaportes diplomáticos são documentos de viagens emitidos e concedidos pelo Ministério das Relações Exteriores de um Estado, esses passaportes diferenciam-se dos passaportes ordinários, devido as vantagens e os privilégios que estes conferem aos detentores, tanto dentro como fora do seu próprio Território.
Angola atravessa a pior crise econômico-financeira da sua história. O Estado necessita criar políticas, que visam afrouxar o mais rápido possível essa crise. Para isso, uma das vias é a criação de condições para atrair o investimento estrangeiro.
Um desconforto insanável no seio da classe jornalística angolana instalou-se. A revelação de que o conselheiro da ERCA, Carlos Alberto é, afinal, ou foi agente dos serviços de inteligência causa, no mínimo, imenso desconforto à classe.