O governo angolano foi forçado a suspender o pagamento da dívida bilateral não garantida para evitar um “default”. O FMI considera a iniciativa positiva, mas subsiste o problema de fundo, a incapacidade do país para gerar riqueza.
A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tem necessidades financeiras cifradas em sete mil milhões de dólares, até 2027, para suportar o conjunto de compromissos financeiros em carteira.
Angola pode ficar sem reservas petrolíferas para para explorar, nos próximos nove anos, se não forem realizados investimentos e se encontrar novas descobertas do crude.