Domingo, 14 de Julho de 2024
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O líder da UNITA reiterou hoje ter mantido encontros com dirigentes do MPLA para abordar uma eventual transição pós-eleitoral e criticou os adversários por defender ilegalidades e ameaçar com instabilidade para se manter no poder.

A UNITA, maior partido da oposição, denunciou hoje atos de intimidação em todo país, que impediram a realização da marcha nacional para “defesa da legalidade e igualdade de tratamento” dos partidos concorrentes às eleições gerais de 24 de agosto.

Membros da sociedade civil angolana anunciaram hoje, em Luanda, que vão impugnar as eleições gerais de Angola, marcadas para 24 de agosto, apontando “inúmeras irregularidades na preparação do processo eleitoral”.

O especialista em observação eleitoral angolano Augusto Santana considerou esta quinta-feira que a presença de falecidos nos cadernos eleitorais "não é propositada", mas decorre de falhas no sistema, acreditando que o problema ainda pode ser minimizado.

O ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, afirmou hoje, 27 de Julho, que a publicação dos cadernos eleitorais não é apenas uma exigência legal.

Na acusação deduzida contra o ex-CEO do BESA, Álvaro Sobrinho, o Ministério Público de Portugal (MP) afirma que o dinheiro para as suas compras pessoais foi sacado diretamente das contas nas quais aquela entidade bancária recebia os financiamentos do Banco Espírito Santo (BES).

O presidente da UNITA disse hoje que é obrigatório expurgar os mortos das listas de eleitores, acusando o Governo angolano de cometer “um crime” que não vão deixar passar em branco.

O porta-voz do MPLA, Rui Falcão, disse na província do Bengo que a UNITA "vai continuar a sonhar muito tempo" para conquistar o poder político em Angola.

Os filhos mais velhos do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos comprometeram-se hoje a colaborar na realização de um funeral nacional, mas após as eleições de 24 de agosto e pedem um mausoléu para acolher os restos mortais.

O corpo do ex-presidente angolano José Eduardo dos Santos, falecido em 8 de julho em Barcelona, permanecerá no Instituto Médico Legal enquanto forem feitos exames complementares da autópsia e for identificado o "familiar ou familiares" aos quais o cadáver deve ser entregue, decidiu a justiça espanhola nesta sexta-feira (15).

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