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Sábado, 24 Janeiro 2026 12:57

É importante que João Lourenço, deixe a presidência do MPLA e se afaste do poder real

Deixando idiossincrasia pessoal de lado, compreenderemos melhor, que o protagonista único da democracia representativa é o povo.

O povo é quem ordena.

A diferença entre o povo e o MPLA, é que o povo tem apreço pela democracia, já o MPLA desdenha o conceito da democracia por ser o o opressor dileto do povo.

A sociedade civil tem sido dominada pelo medo imposto pelas secretas, essa situação, tem fragmentado a capacidade do enfrentamento inteligente contra os agentes da ditadura instalada.

O que aconteceu essa semana na assembleia nacional, foi uma invulgar manifestação de intolerância política da parte do partido da situação.

Não é possível aceitar que o pais inteligente e pró-ativo, aceite facilmente ser controlado pelas secretas, ao ponto de o regime criar leis aleivosamente inconstitucionais só para amordaçar e silenciar numa afronta descarada com o intuito de silenciar e tentar desprogramar a sociedade e impedi-la de pelejar no propósito de se libertar do opressor demoníaco.

Deputados da situação não perceberam ainda, que a única Organização política que os povos desprezam e odeia é o MPLA.

Hoje, imputar a militância da UNITA a alguém é um luxo, pois o povo tem na sua mente a UNITA como referência democrática. Não adianta chamar de Flec a um cidadão natural de Cabinda, eles são mesmo orgulhosamente Flecs. Tentar diminuir um cidadão nacional com esse tipo de palavreado, mostra toda arrogância e petulância desses agentes do país totalitário desenhado pelo MPLA.

Também ficou claro, que a liberdade na OMA é uma miragem.

Na organização da mulher angolana OMA, não existe respeito, não há honra nem dignidade.

Na OMA, respeito significa obediência e vice-versa.

No centro do poder tacanho no MPLA, monstra que a ordem dos factos determina, que o país pertence aos brucutus no poder há mais de 50 anos.

É sim verdade que o país econômico vive um momento inaceitável de falência técnica. O país social é prisioneiro de políticas arcaicas, que ameaçam a existência da nossa angolanidade ancestral.

Quando um qualquer bureau político, de um partido velhaco como o MPLA, que vive além da verdade e se encontra desconectado da sociedade, representa de facto um enorme perigo social.

O excesso de governação temporal medíocre, ajudou ao regime a adoecer. Percebe-se claramente, que as lideranças do partido da situação estão perdidas e com medos descontrolados.

O medo tomou conta de suas vidas.

Hoje, essa gente iniqua, apesar do seu enriquecimento fácil e desonesto, eles vivem misturados num inferno astral qualquer, onde a paz e a tranquilidade inexiste.

O pais, nos seus 50 anos de independência, nunca foi governado democraticamente por um regime eleito democraticamente.

Ao contrário disso, o MPLA e o seu presidente, vivem no centro nevrálgico de uma realidade paralela.

No MPLA não se joga limpo, quando o senhor ordens superiores decide quem pode ou não concorrer, a disciplina comunista vem ao de cima.

Nesses casos, o silêncio e a obediência disparam como uma ordem decisória final.

Foi assim no congresso da JMPLA, onde o resultado final da votação foi adulterado, chegando mesmo o embrutecido Kapapinha filho, vencedor com um número de votos superior ao número de votantes.

Ora, no congresso da OMA, não poderia de maneira alguma ser diferente.

Todo cidadão minimamente atento sabe, que a burla, roubo, a fraude, sem esquecer a metodologia usada nos ajustes diretos, de onde resultam a corrupção e a delapidação agressiva do erário, fazem parte do DNA do MPLA.

No MPLA não existe espaço para debate positivo, menos ainda para candidaturas múltiplas.

Se assim não fosse, o fim do partido único seria a muito uma realidade factual.

 A democracia é um empecilho delirante para o presidente do partido.

Aliás, João Lourenço, não preza pela democracia.

Pode-se afirmar, sem medo de errar, que João Lourenço, não é nenhum paladino da moral, nem defensor do estado de direito.

 A pretensão de aprovar na surdina, a lei contra as ONGs, é uma afronta abrupta e perigosa para a democracia.

Mas muito perigoso ainda, foi a aprovação pretensiosa de aprovação grosseira da lei vagabunda e despropositada das fakenews.

Nesse quesito, o chefe do executivo foi longe demais. Foi um ataque frontal contra o estado de direito, uma degola cirúrgica contra o exercício de cidadania.

João Lourenço, pretende com isso amordaçar e silenciar todo país, e assim, impor a lei da rolha e do medo e estabelecê-la como política de estado. 

Resta-nos lutar contra com afinco e determinação contra o ímpeto arrogante do tirano e seu séquito de auxiliares incompetentes.

Porém, o povo já fez a sua escolha, o povo não quer o MPLA no poder, a militância do MPLA extra comitê central, não deseja ver João Lourenço como líder do MPLA em 2026.

Os angolanos em geral, não gostam do político João Lourenço. A luta contra o presidente do MPLA João Lourenço, terá que ser forte, em todas as direções e a todo vapor, pois, temos que aproveitar o momento.

Ele está em fim de mandato, e encontra-se politicamente enfraquecido e desestruturado.

Estamos juntos

Por Raul Diniz

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